Mariana Reis

Sou palavra mole com os pés na areia e preguiça de tarde de domingo. O assar do bolo e o coco raladinho por cima. Banho de chuva, pão na chapa, a colher e o colher. Jornalismo Literário, Agência de Publicidade, Bailarina de Caixa de Música, Mestre Cuca Lelé. Sou completo misturado, bagunça de certeza: um ponto final que continua.

Todas as publicações

Verdes ou pretas?

publicado em 12 de março de 2014

Ele gosta de azeitonas, mas nunca sei se de verdes ou pretas. É cabeça dura, ri dos mesmos gifs que eu, lê sempre a…

Amamos uma pessoa pela poesia que vemos escrita no seu corpo

publicado em 24 de fevereiro de 2014

Vou adorar você a noite inteira. Descansar nos ossos do seu quadril, dormir e acordar seu nome. Vou prometer ser fiel aos seus dedos…

Não repare a bagunça

publicado em 08 de novembro de 2013

Disse que ia passar e passei. Fui entrando. Você veio de cara limpa, roupa macia e uns três quilos a menos. Estiquei o rosto…

Terminal Campo Limpo é um nome engraçado

publicado em 28 de outubro de 2013

Esse motorista de ônibus acelera parecendo que quer tirar a mãe do brega e os passageiros carregam uma cara que só você vendo. Os…

Por favor, não atravesse

publicado em 29 de julho de 2013

não atravesse essa rua. com seu caminhar manso, chegar até aqui são só três passos. um, dois, três pra dentro dos meus olhos e…

Documento sem título

publicado em 16 de maio de 2013

O que sinto por você não tem nome. “É isso”, resume minha boca pra cobrir silêncio. Anos sem palavra, beijo, cantar de amor. Agora,…