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Flip Flop

14 de julho de 2015

Em mês de Flip, a vida da Confeitaria girou em torno da literatura e do feminismo. Estes foram nossos temas centrais. Na própria festa literária, tivemos uma pequena, porém cuidadosa cobertura do evento no Instagram e em nosso site, com resenhas das mesas mais legais (não coincidentemente, eram mesas com mulheres). A cover arte do mês, criada pelo artista Diego Mouro, também foi temática.

Portuguesa radicada no Rio, a escritora Matilde Campilho foi a mais procurada de Paraty, com 398 exemplares vendidos durante a Flip. Nossa nova colaboradora, a jornalista pernambucana Priscilla Campos, escreveu sobre o livro de poemas de Matilde na Confeitaria.

Priscilla também entrevistou a escritora, designer e editora Ana Luisa Escorel, filha de Antonio Candido, um dos críticos literários mais importantes do país. Ana foi a primeira mulher a vencer na categoria de livro do ano do Prêmio SP de Literatura, uma das principais premiações literárias do Brasil, e a de maior valor (R$ 200 mil). Seu romance Anel de Vidro aborda a trajetória de dois casais envolvidos em uma trama de infidelidade.

Já Aline Vallek, que participou de uma mesa sobre a ocupação do espaço literário, compara a dificuldade em vencer as pedras de Paraty ao percurso das minorias tentando assegurar seu espaço na literatura.

 

Tá pouco de feminismo, manda mais

O feminismo aparece ainda no artigo Mulheres, literatura e mais uma provocação, com o qual Natacha Cortez abre uma nova seção de nosso site, dedicada a matérias e artigos autorais. Surge também na inauguração da primeira sala temática feminista de São Paulo, na Biblioteca Cora Coralina, em  Guaianases, periferia da cidade.

A sala foi feita por revindicação de um núcleo de mulheres da região e parte do acerto de 1000 títulos vem de uma doação da biblioteca pessoal de Rosângela Rigo, militante feminista morta em um acidente de carro no começo do ano. Além do acervo, a sala pretende se consolidar com um ponto de referência cultural na discussão de gênero a partir de uma programação cultural continuada, com grupos de leitura e oficinas.

 

Zines

Ainda no campo das bibliotecas, tivemos a inauguração da Biblioteca da Feira Plana no Elevado, que passa a disponibilizar a coleção de zines e publicações da Feira Plana para consulta gratuita. O acervo traz publicações das três edições da Feira Plana — entre as quais estão nossos livros — e zines internacionais da coleção pessoal de Bia Bittencourt, idealizadora da feira e da Biblioteca. A Confeitaria é uma das apoiadoras do projeto.

 

Novidade na Confeitaria

Além de Priscilla, temos ainda uma nova autora no time: a ilustradora, designer e escritora Ale Kalko, que já estreia com dois textos escritos e ilustrados por ela: A equilibrista e o cuspidor de fogo e Fim.Ponto.

Novos projetos de nossos autores

Mariana Reis e Gabriela Biscáro repetem a parceria testada no livro Amor; Pequenas Estórias em um novo projeto. O site Quanto Baste mistura lirismo, receitas e ilustrações para falar de sentimentos que enchem barriga.

Débora Cassolato agora tem um programa na rádio, o Debbie Records, na Brasil 2000. Vai ao ar toda última sexta-feira do mês, às 22h.

Já Thiago Blumenthal lançou o zine , ao lado dos sócios da editora Lote 42. A publicação é trimestral com projeto gráfico de Gustavo Piqueira, da Casa Rex. A primeira edição foi ilustrada pelo artista João Montanaro.

 

Links legais

Na Piauí, dois links que valem o clique: um com poemas de Ana Martins Marques, uma das maiores poetas contemporâneas no Brasil; outro com um texto legal sobre o personagem Escobar, de Dom Casmurro. Em linhas gerais, o historiador André Boucinhas chama atenção para o caráter burguês do amigo de Bentinho, e para o fato de que a oposição entre eles pode estar muito além do ciúmes de Capitu, devendo-se a uma questão de classe.

No UOL, um especial sobre gentrificação mostra a relação entre aquele café bacana que abriu no bairro e a alta dos alugueis.

Na New Yorker, escritores elegem suas palavras favoritas em língua inglesa. Infelizmente, ninguém escolheu “elope”. Elope = fugir para casar. Que específico pode ser um idioma.

Outra questão linguística: como a pontuação convive com emojis e emoctions? Esse é apenas um dos posts muito úteis e relevantes que a linguista Gretchen McCulloch tem feito sobre linguagem de internet para o Mental Floss. Ela tem ainda um blog chamado All Things Linguistic.

Ainda na intercessão entre linguagem e tecnologia, desenvolveram um mapeamento colaborativo no Google Maps onde leitores podem localizar o cenário onde se passam seus livros favoritos. Nós brasileiros temos de cara um desafio: não tem nenhum livro ali que seja marcado no Brasil.

Para terminar, ficamos com uma foto da Cool & Books, em Bruxelas, Bélgica — um lugar tentador para quem é obcecado por livros. Restaurante e bar com diferentes ambientes temáticos estão integrados à espaçosa livraria.

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Destaques da Confeitaria:

15 escritores judeus que todos deveriam conhecer, por Artur Benchimol

E agora para algo completamente diferente, por Jeanne Callegari

Quarto de hotel barato, de Daniela Antoniassi

 

Destaques da Loja da Confeitaria:

Tempo; Achados e Perdidos

Arthur D’araújo Sketchbook

Passarinhos, de Juliana Vomero
Novos pontos de venda:

Nosso livros e nosso fanzine Tempo; Achados e Perdidos já está à venda também nas livrarias Blooks (Shopping Frei Caneca), Monkix (Vila Madalena) e Banca Tatuí (Santa Cecília), ambas em São Paulo. Em breve também na Ugra Press (Rua Augusta), em São Paulo, na livraria Arte & Letra, em Curitiba, e na Blooks do Rio de Janeiro (Praia de Botafogo).

 

* Este é o texto da nossa newsletter de julho, escrita por Fabiane Secches e Juliana Cunha

Nosso primeiro fanzine

17 de junho de 2015

No dia 14 de junho, lançamos o nosso primeiro fanzine: Tempo; Achados e Perdidos.

“Fanzine é uma abreviação de fanatic magazine. (…) Fanzine é portanto, uma revista editada por um fan (fã, em português). Trata-se de uma publicação despretensiosa (…) No Brasil, o termo fanzine é genérico para toda produção independente. Houve uma distinção entre fanzines (feitos por fãs) e produção independente (produção artística inédita), mas a disseminação do termo ‘fanzine’ fez com que toda a produção independente no Brasil fosse denominada ‘fanzines’.” — Wikipedia

Quando primeiro surgiu a ideia de criar uma publicação impressa relacionada com a Confeitaria, em 2014, estudamos diferentes formatos até chegar ao fanzine, que é aquele que melhor representa o que desejávamos fazer: uma pequena imersão em temas pré-determinados, publicada de forma acessível.

Para o primeiro volume, o nosso protagonista é o tempo.

 

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De lá para cá, estivemos preparando esta antologia, que reúne 25 autores e colaboradores. A impressão em papel jornal nos pareceu a opção perfeita para uma publicação que se deseja despretensiosa, com projeto gráfico cuidadoso, mas que não se sobreponha ao conteúdo.

A intenção é que o fanzine da Confeitaria seja periódico, possivelmente semestral.

Tempo; Achados e Perdidos tem 36 páginas + um encarte colorido e custa R$ 10 (dez reais). Optamos pelo encarte para a receita ilustrada para que o leitor tenha liberdade de usar essa página para outros fins: emoldurá-la num quadrinho ou guardar junto às receitas na cozinha, por exemplo.

Para este encarte, o chef e ilustrador Guiherme Poulain, do blog Moldando Afeto, criou uma versão ilustrada da receita das famosas madeleines do clássico Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust — impossível passar pelo tema sem mencionar o escritor francês, que inspirou outros dois textos do fanzine (de James Scavone e Thiago Blumenthal), assim como a ilustração e a citação que abrem o fanzine.

 

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Entre os autores que abordaram o tema sob diversas perspectivas e formatos, estão: Alessandra Nahra Leal, Aline Valek, Ana Guadalupe, Ana Paula Magalhães, Ana Paula Rocha, Artur Benchimol, Carolina Lancelloti, Clara Averbuck, Daniela Antoniassi, Fabiane Secches, Fabricio Teixeira, Flávia Stefani Resende, Francine Bittencourt, Gui Poulain, James Scavone, Janine Bitencourt, Juliana Cunha, Liliane Prata, Pedro Cirne Albuquerque, Renato Kaufmann, Thais Lima, Thiago Blumenthal e Veronica Fantoni.

As ilustrações são de Thiago Thomé, que também assinou o projeto gráfico ao lado de Leo Malachias. Já a revisão ficou por conta de Thiago Blumenthal, que foi o revisor dos nossos dois livros.

 

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Em homenagem ao lançamento, publicamos aqui no site dois textos relacionados: uma lista com músicas com diferentes abordagens sobre o tempo, a 15 Músicas Para Passar o Tempo, por Débora Cassolatto, e o ensaio Identidade e Finitude, de Daniela Antoniassi.

Em breve, vamos começar a publicar os textos do fanzine também aqui no site — um novo texto a cada semana — de forma que, ao longo de pouco mais de 5 meses — quando possivelmente estaremos lançando a próxima edição — todos os textos estarão disponíveis por aqui para quem não conseguir seu exemplar físico.

Atualmente, o fanzine está à venda na Banca Tatuí (Rua Barão de Tatuí, 275, Santa Cecília, São Paulo). Em breve, teremos também venda online e em outros pontos físicos. Quem tiver dificuldade em encontrar, é só nos escrever: falecom@confeitariamag.com

Escolhemos aqui um pequeno trecho de cada um dos textos para mostrar um pouco mais do fanzine para vocês:

 

“Em última instância, é sempre tão curto o intervalo em que duas ou mais existências têm a chance de verdadeiramente se tocar.” — Fabiane Secches em Apresentação

 

“Se eu tivesse que apontar apenas um motivo pelo qual amo crianças, diria que é pela imaginação. Não tendo atingido ainda a complexidade de pensamento dos adultos, ao mesmo tempo em que tiram conclusões simples, elas estão abertas às mais diversas possibilidades.” — Flávia Stefani Resende em Na Mosca

 

“O tempo passou e com ele eu aprendi que as mulheres não são minhas inimigas, que eu não preciso competir com elas e, principalmente, que não existo para agradar homem. Que coisa maravilhosa é saber disso. Que pena ter demorado tanto para aprender.” — Clara Averbuck em Tamo Junta

 

“Ela ergue o saquinho que contém 1/10 das cinzas do marido. Vai jogar as dez partes que restaram do corpo dele em dez lugares bonitos. Lugares que ele teria gostado de ir.” — Alessandra Nahra Leal em Convite

 

“Se todas as células do nosso corpo se renovam em média a cada sete anos e se todos os nossos conhecimentos e lembranças não passam de rastros de conexões sinápticas, o que o eu que sou hoje guarda do eu que fui dez ou vinte anos atrás?” — Daniela Antoniassi em Le Passé

 

“Talvez ele ainda volte, para me cobrar pelo fato de eu não ter buscado ajuda, ou apenas para me mostrar que algumas lembranças não desaparecem com o tempo.” — Francine Bittencourt em Pirulito

 

“Cada minuto é um minuto a menos.” — Thais Lima em O Fim do Mundo

 

“Quando a paixão pelo mundo morre, morre um pedaço da gente.” — Fabricio Teixeira em Do Que Faz o Tempo Parar

 

“As feições que beijamos, os países em que habitamos, os mortos por quem nos enlutamos nada mais são do que aquilo que nos faz desejar amá-los, viver neles, temer perdê-los.” — Thiago Blumenthal em Intermitências do Coração

 

“Ler Proust é apertar o gatilho para uma viagem interior, que nos bota a pensar em escrever nossa biografia. De repente, estamos deitados ao seu lado, rumo a uma terra incógnita em busca de nossas próprias experiências, agregando substância ao tempo em que vivemos. Passado e presente enrolados feito fio de um fone de ouvido.” — James Scavone em Em Busca de Tempo para Ler

 

“Mais do que uma abstração, algo que a gente enxerga pelos numerozinhos do relógio ou numa variável em um cálculo de velocidade, algo invisível, insípido e inodoro, o tempo é físico. Tão físico que se pode ter e perder. Dizem até que ele pode ser entortado.” — Aline Valek em É Tempo que Passa

 

“Entre tantas coisas que o Professor Calendário tentou me ensinar, tem uma que me dói não ter aprendido: esquecer.” — Pedro Cirne em Folha de Sulfite

 

“Todo mundo reclama de que precisa de mais tempo, mas ele passar assim tão depressa não quer dizer que estamos nos divertindo?” — Jan Bitencourt em Pedido de Tempo

 

“Tudo que você sempre quis. Tudo que você perdeu. Tudo que era tarde demais. Tudo que você achou que já era seu. Tudo que então parecia impossível. Tudo que você apostou errado. Tudo que ficou importante só depois. Tudo que você se arrepende de ter feito. E de não ter feito. Tudo que você faz caretas de vergonha quando lembra.” — Renato Kaufmann em Onde o Tempo Perde o Sentido

 

“Tempo, esse ‘senhor’ que decide quando e como tudo acontece. Quem deu esse poder a ele, afinal? ‘Dê tempo ao tempo’, ‘só o tempo pode curar’. Ora, se não é possível ter livre arbítrio para levantar e resolver tudo de uma vez?” — Carolina Lancelloti em O Tempo Além das Horas

 

“Temo a cidade cheia de individualismo e a falta de tempo. Temo o tempo. A falta e a demasia.” — Ana Paula Magalhães em Ver

 

“Tem dias que eu peço ao tempo pra andar devagarinho. Em outros dias, eu quero que ele corra depressa, mas nem adianta ter pressa, o tempo do tempo é um só e ele não tem dó.” — Veronica Fantoni em Tic Tac

 

“No seu passo certeiro, o tempo começa e encerra histórias. E ora, o que são histórias senão a matéria-prima da verdade humana?” — Ana Paula Rocha em Antes e Depois

 

“Somos coabitantes de toda alteridade. Nascemos com a possibilidade de amar qualquer astro ou qualquer besouro. Nascemos, principalmente, com a capacidade de amor o outro, nossos diferentes e quiçá até Deus.” — Artur Benchimol em Se Estamos Juntos

 

“Você já está em casa, pare de tentar voltar para casa. E também para as calças, rotinas e contas. Uma das formas de voltar para casa é aceitar que estamos em casa.” — Juliana Cunha em Má Fase

 

“Olho mais uma vez para os lados. Olho mais uma vez os ponteiros no meu pulso. Dizem tranquilamente que o tempo passa, para, voa. Mas quem passa, para ou voa somos nós. E de tranquilo isso não tem nada.” — Liliane Prata em Esperando

 

“Vamos perder o contato?/ Já que não há motivo para mantê-lo/Por meio de encontros e recados/Se a cada dia acordamos outro/E não vamos manter nem em sonho/ Nosso outro de ontem.” — Ana Guadalupe em Vamos Perder e Retomar o Contato

 

* * *

 

O lançamento aconteceu na galeria + bar/café Warm, que fica em Pinheiros, e teve a participação do Move Institute e da Food, de Helena Sasseron.

Alguns autores, colaboradores e amigos estiveram por lá para comemorar com a gente, como mostram as fotos abaixo. Para ver o álbum completo, clique aqui. As fotografias são de Analice Diniz.

 

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Confeitaria no Rio

20 de maio de 2015

Em 29 de abril de 2015, na Livraria Blooks, tivemos o nosso primeiro encontro no Rio de Janeiro — há tempos estávamos devendo um encontro com os nossos autores, amigos e leitores do Rio e ficamos felizes em enfim tirar esse atraso.

Este não foi apenas o nosso primeiro evento carioca, mas a primeira vez em que lemos alguns de nossos textos em público — alguns contos do livro Amor; Pequenas Estórias. Veja algumas fotos do encontro aqui.

Como toda primeira vez, esta também teve improviso e tropeços, mas ficamos contentes com a troca que essa vivência pode nos proporcionar. A experiência foi registrada em vídeo pela absolem. Publicamos hoje no canal da Confeitaria no YouTube, o Confeitaria Apresenta (já se inscreveu?).

Muito obrigada às autoras Carolina Lancelloti, Cinthia Pascueto, Clara Averbuck e Veronica Fantoni pelas leituras e por fazerem parte da Confeitaria.

Muito obrigada de novo à Carol Lancelloti e também ao Leo Pope pelo vídeo.

A trilha que escolhemos é Let’s Do It (Let’s Fall in Love), de Cole Porter, versão de Billie Holliday.

Confeitaria no YouTube

07 de abril de 2015

Hoje inauguramos nosso canal no YouTube, o Confeitaria Apresenta. \o/

Começamos em boa companhia: o primeiro vídeo é uma entrevista em três tempos com a escritora e jornalista Liliane Prata. Primeiro, ela conta um pouco sobre si. Depois, mostra quais são seus livros de cabeceira do momento — com dicas de leitura bem legais e diferentes entre si. E por fim, em “O Verso e o Verbo” pedimos a ela que escolhesse uma frase sobre o verbo “escrever” — ao que ela respondeu de maneira comovente e inspiradora.

Amanhã também publicaremos uma entrevista de texto com a autora por aqui, com diferentes perguntas. A ideia é que alguns vídeos complementem as entrevistas, mas que ambos funcionem de maneira autônoma.

Clique aqui para se inscrever no canal da Confeitaria no YouTube e acompanhar nossas novidades por lá.

Fim de semana em São Paulo

14 de março de 2015

Para quem ficou com gostinho de quero mais depois da Feira Plana, neste sábado tem dois eventos legais para quem curte literatura independente:

 

1. Murilo Martins + Banca Tatuí + Confraria dos Miados e Latidos

Se você adora cachorros, gatos e quadrinhos, não pode perder essa: o nosso querido autor/ilustrador Murilo Martins estará na Banca Tatuí das 12 às 18h assinando sua ótima HQ “Eu Sou um Pastor Alemão”. Parte das vendas da publicação será destinada para a ONG de proteção animal Confraria dos Miados e Latidos.

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Os nossos livros  “Amor; Pequenas Estórias” e “Não conheço ninguém que não seja artista”, assim como outras publicações independentes, também estão à venda na Banca Tatuí.

Vai lá: Rua Barão de Tatuí, 275, Santa Cecília.

Saiba mais na página do evento do Facebook.

 

2. Fêra Féra

Hoje também tem a Fêra Féra, no Ateliê em Rede, Vila Madalena, a partir das 13:30h. Destaque para a participação da Pingado-Prés e para os deliciosos sanduíches veganos no Move Institute, que estarão por lá.

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Dessa vez, vamos participar apenas postando os achados legais em nosso perfil do Instagram — mas quem for e quiser comprar os nossos livros é só esticar até a livraria Monkix, que fica logo ali na rua Harmonia com a Aspicuelta. Aliás, a Monkix é um espaço bem legal pra quem é fã literatura independente e quadrinhos.

Vai lá: Rua Fradique Coutinho, 1784, Vila Madalena.

Saiba mais na página do evento do Facebook.

 

* * *

Ainda na agenda do fim de semana:

– Feirinha Livre #2, no Mandíbula (Praça Dom José Gaspar), no sábado das 14 às 19h. Mais informações aqui.

– Feira Livre, na Consolação, no sábado e domingo. Mais informações aqui.

 

Feira Plana 3

09 de março de 2015

O lançamento de Não conheço ninguém que não seja artista, de Ana Guadalupe e Camila Svenson, aconteceu na terceira edição da Feira Plana, que rolou no último fim de semana no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo.

Os nossos livros ficaram na mesa da Lote 42. Amor; Pequenas Estórias também esteve à venda na mesa do Murilo Martins, querido autor e ilustrador da Confeitaria.

A edição de 2015 foi a mais organizada da história da Plana — nem a chuva forte conseguiu comprometer. Foi um ano de muitas publicações independentes legais reunidas e muito interesse do público em percorrer o jardim e os corredores do MIS. Apesar de bem cheia, foi possível circular melhor e conhecer outras pequenas editoras e artistas talentosos (além de provar o delicioso hamburguer vegano do Move Institute, que fez sucesso por lá).

Foi uma oportunidade única de troca — troca literal, inclusive, com o Mesão do Troca-Vende, que democratizou ainda mais o espaço. Deixamos quatro exemplares de Amor e três do zine Compilação em favor do mundo, do Thiago Thomé, para doar/trocar, ao lado das edições que a revista Piauí também levou — nossas contribuições desapareceram em poucos minutos, ficamos contentes.

A qualidade média dos trabalhos pareceu superior a dos outros anos, o que mostra um movimento bacana: um puxa o outro para cima e todos ganham como comunidade independente. A gente viu belos projetos gráficos, criativos e cuidadosos — como os criados pela República Books, que também fez a linda identidade visual da Feira.

Fizemos uma pequena cobertura em nosso perfil no Instagram. Aqui, algumas imagens:

Confeitaria-Mag-Livros-Feira-Plana

Confeitaria-Mag-Feira-Plana

Ana-Guadalupe-Confeitaria-Mag-Feira-Plana

Alessandra-Nahra-Herbivora-Feira-Plana

Feira-Plana-Republica-Books

Bia-Bittencourt-Feira-Plana

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Feira-Plana

Renata-Miwa-Feira-Plana

Bolha-Editora-Feira-Plana

Acerca-Feira-Plana

Lote-42-Feira-Plana

Rua-do-Ensaio-Feira-Plana

Magra-de-Ruim-Feira-Plana

Lote-42-Confeitaria-Mag-Feira-Plana

Feira-Plana-livros-Confeitaria-Mag

Feira-Plana-2015

 

A Feira Plana acontece anualmente em São Paulo. Mais informações aqui.

 

Olá!

27 de fevereiro de 2015

Hoje começamos um novo momento na Confeitaria.

O site foi reestruturado considerando conteúdo e experiência como prioridades. A leitura em celulares e tablets também ficou mais amigável.

Ainda estamos fazendo alguns ajustes, então pedimos um pouquinho de paciência. Estamos de volta em fase beta — de onde talvez a gente nunca tenha saído. Não sei se existe outra maneira de existir, na internet ou na vida.

Além do site, agora somos um selo editorial. O nosso segundo livro, Não conheço ninguém que não seja artista, está vindo aí — será lançado nos dias 07 e 08 de março na Feira Plana, em São Paulo. E logo mais a loja online também será reformulada.

Temos muitos planos para 2015. É uma inspiração ter vocês — autores, ilustradores, colaboradores, leitores, amigos — ao nosso lado nessa jornada. Em três anos, publicamos mais de quinhentos textos sobre diferentes temas e sob referências e estilos bem diferentes também.

Este blog de cultura e comportamento é uma das novidades: agora, teremos um espaço para dividir com vocês alguns temas de maneira mais objetiva, com assuntos relacionados à Confeitaria. Sugestões de pautas para o blog podem ser enviadas para o nosso email.

Também fizemos uma pequena pesquisa, divulgada em nosso perfil do Twitter. Quem não respondeu, mas quiser participar será muito bem-vindo.

Apesar das mudanças, a essência da Confeitaria permanece: acreditamos na máxima de que se tudo é relevante, então nada é. Insistimos em falar menos e melhor. Por isso, não temos compromisso com atualizações diárias — embora isso acabe acontecendo em boa parte do tempo, já que somos em muitos.

Em um mundo onde somos atropelados pelo excesso de informação, a gente quis construir um lugar que respeite intervalos e silêncios tanto quanto respeita palavras e histórias.

Muito obrigada por fazer parte da nossa.

Fabiane Secches

 

* Imagem: Julia Geiser.