Textos

25 de março de 2013

Poema sem nome

Fogoso e refrescante, o menino-homem me devora com sua boca chiclete e seus olhos líquidos de mar

Verão e inverno, me dá quentes arrepios com seu forte balançar

Doce e azedo, cria em mim o valente vício de amar

Em sua voz, canções de um disco de vinil à luz de velas

Ao suave rock, meu coração cicatriza as sequelas

O presente vira uma memória em aquarela

E os opostos se dissolvem pelo ar.

Luciana Levy
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